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Marandu'i G20 pegua 15 - G20 omãe peteĩ nhe'ē me omboape wy Fundos Verdes-pe omoingwe ra’e

Ko tembiapo onhē’ẽwa’ekwe Belém-py, aty gwatsu Finanças Sustentaveis e’a, oupyty eta oporanduka onimbogwata agwã. Omboetawe djeike ko'ãy pirapire omotsã ko tuwitxa etã regwa pe G20 mba'e oikotewewa tetãgwery Sul e’a Global-pe pewa pya'eterei pirapire regwa ecológica e’a pe gwarã. Endu pe informe a’e eikwaa.

01/08/2024 12:30 - Modificado há 7 meses

Poranduhá: Ko técnico tetãgwery G20- gwa omãe petẽi nhẽ’e  prioridade brasileira re omboape oike Fundos Climáticos pe ma etxa woi iporã  economia  mirĩ a’e peky’i. Ko tema a'e petēi a ma odjetsarekowa mba’eapo reta Finança Sustentavel regwa, onimboatywa Belém py, capital Pará, a’e ma  oupytywa petẽi eta nimongweta omoanhetewy medida ko'aȳ djatsy ouwa’e py.   

Ivan Oliveira mba’eapo kwery idjary a’e subsecretario e’a Financiamento ma Desenvolvimento Sustentável ma Ministério da Fazenda Brasil pygwa, e'i G20 omba'apota oipyydje agwã ma recurso ko'ã fundo-gwi omãe a’e odjapo oedjauka petēi serie mba’eapo reta ko aȳ nonhemoanheteiwa a’e ndaipory pirapire. 

Ivan Oliveira: Pape ipara nimongwetawa pa rogwereko petēi itxauka especialistas gwi ko avaliação odjapo ra’e ma ogweru nimongweta porã G20 regwa marãipa ma oatsa nimongweta porã a’e marãi pa odjapo ko nimongwetawa pirapire omãe akwa py. Korengwa iporã orewy , tetãgwery awei ogwereko rã mba’emo odjapowa’e. 

Poranduhá: Ko Belém ma oiporawõ ra’e, omboaty odjapo agwã ko tetã sede regwa onimongwetarã COP 30 aragwydje 2025. Ko tetã ogwereko mba’emo nda’ewei ma ka’agwy regwa ei Lívia Oliveira Subsecretária finanças regwa a’e sustentáveis awei Ministério da Fazenda . 

Lívia Oliveira: Ko Amazonas ogwereko tuwitxaweri potencial omoenhõi   agwã solução onhēmopyendawa ka’agwy regwa. Ka'agwy nhenhõ gatu idjegwi, onhēmaneawo sustentável e’a, ha'éma peteî solução  onhēmopyendawa ka’agwy regwa, ikatu gwi djadjapy ko emissões de gases efeito estufa a’e pewa ogueru mba’e iporã ary idjawawa oiko. 

Poranduhá: Ko G20 oo woi katu experiencia e’a odjapo mba’emo padrões globais e’a ma sustentabilidade a’ewe ma empresas mbiri’i a’e gwatsu’i awei, ogwerekorã pirapire ary tenonde py, omombe’u Cyntia Azevedo, chefe-adjunta do Departamento de Assuntos Internacionais do Banco Central do Brasil (BCB). 

Cyntia Azevedo: G20 oatsa porã nimongweta experiencias regwa. Aerõ rogweru routxauka ma ko mba’e amboe tetã gwery rowitxa mobyry gwi wa’e. Nhonimbo’e te’ykwery rewea. 

Poranduhá: Pe aty ouwa’erã Trabalho de Finanças Sustentáveis regwa oikota 9 a’e 10 djatsy tsyta tēi me, tetãwa Rio de janeiro py. 

G20 chega a consenso sobre facilitação do acesso aos Fundos Verdes

A iniciativa discutida em Belém, durante a reunião do grupo de Finanças Sustentáveis, recebeu várias recomendações para implementação. Ampliação do acesso a esse recursos conecta a presidência brasileira do G20 com as necessidades de países do Sul Global pela urgência de financiamento para a transição ecológica. Ouça a reportagem e saiba mais.

Repórter: Técnicos dos países-membros do G20 chegaram ao consenso sobre a prioridade brasileira para a facilitação do acesso aos Fundos Climáticos, principalmente por pequenas e médias economias. O tema foi um dos focos do grupo de trabalho de Finanças Sustentáveis, que esteve reunido em Belém, capital do Pará, e recebeu uma série de recomendações para implementação da medida já nos próximos meses.  

Ivan Oliveira, coordenador do grupo de trabalho e subsecretário de Financiamento ao Desenvolvimento Sustentável do Ministério da Fazenda do Brasil, conta que o G20 atuará para garantir que os recursos desses fundos cheguem e viabilizem uma série de projetos, que hoje não são implementados por falta de financiamento. 

Ivan Oliveira: Tivemos a apresentação de um primeiro relatório completo do grupo de especialistas que fazem uma avaliação e trazem recomendações para o G20 de como facilitar esse acesso e como implementar essas recomendações para que os recursos que estão nesses fundos de fato cheguem na ponta. Ao facilitar o acesso, isso vale para nós, mas vale também para uma série de países pequenos que precisam acessar esses fundos também para financiar sua transição.

Repórter: A escolha de Belém para sediar a terceira reunião do grupo não foi à toa. A cidade, futura sede da COP 30 em 2025, abriga uma série de iniciativas e soluções baseadas na natureza, como explica a coordenadora-geral da Subsecretaria de Finanças Sustentáveis do Ministério da Fazenda, Lívia Oliveira.

Lívia Oliveira: A região Amazônica é um enorme potencial para desenvolver soluções baseadas na natureza. A própria preservação das florestas, se ela for feita com manejo de forma sustentável, isso já é uma solução baseada na natureza, pois a gente consegue captar as emissões de gases efeito estufa e isso traz um benefício para o combate às mudanças do clima. 

Repórter: O G20 também avançou na troca de experiência para a implementação de padrões globais de sustentabilidade, que são necessários para que empresas de pequeno e médio porte conquistem financiamento e recebam investimentos, como conta Cyntia Azevedo, chefe-adjunta do Departamento de Assuntos Internacionais do Banco Central do Brasil (BCB).

Cyntia Azevedo: O G20 tem muito esse papel de compartilhamento de experiências. Então a gente traz a experiências dos outros países, o que eles estão fazendo, e isso é muito importante porque é um momento que a gente tem para aprender um com o outro.

Repórter: A próxima reunião do Grupo de Trabalho de Finanças Sustentáveis será nos dias 9 e 10 de setembro, na cidade do Rio de Janeiro.

Os boletins no idioma Guarani Nhandewa são produzidos, traduzidos e gravados por indígenas do Coletivo de Comunicação Djagwa Etxa, formado por membros das etnias guarani e kaingang do estado do Paraná. O trabalho faz parte do Projeto OPANÁ: Chão Indígena, da Fundação Luterana de Diaconia (FLD), por meio do Programa CAPA, em parceria com a Itaipu Binacional.

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