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G20 SOCIAL PARTICIPATIVO

Inscrições abertas para atividades autogestionadas na Cúpula Social do G20

Organizações da sociedade civil, academia e setor privado podem propor eventos para o encontro que acontecerá no Rio de Janeiro, em novembro. Inscrições podem ser feitas por meio da plataforma eletrônica G20 Social Participativo.

23/08/2024 17:15 - Modificado há 7 meses
Movimentos sociais podem propor atividades autogestionadas pela plataforma G20 Social Participativo. Foto: Audiovisual G20 Brasil
Movimentos sociais podem propor atividades autogestionadas pela plataforma G20 Social Participativo. Foto: Audiovisual G20 Brasil

A presidência brasileira do G20 anunciou a abertura das inscrições para atividades autogestionadas durante a Cúpula Social do grupo, que acontecerá de 14 a 16 de novembro de 2024 na região da Praça Mauá, no Rio de Janeiro. As propostas podem ser enviadas por organizações da sociedade civil, academia, centros de pesquisa, setor privado, organismos internacionais e setores do governo por meio da plataforma eletrônica G20 Social Participativo.

O prazo para submissão de propostas vai até 22 de setembro de 2024. As atividades selecionadas serão realizadas em salas com capacidade entre 100 e 300 pessoas, equipadas com mobiliário, sistema de som, telão para apresentações e identificação do evento. A organização do evento levará em conta a relação das propostas com os eixos temáticos das plenárias, diversidade das organizações proponentes e representação internacional.

A Cúpula Social do G20 contará com três sessões plenárias no dia 15 de novembro, abordando as prioridades estabelecidas pela presidência brasileira do G20, temas considerados cruciais para a agenda global. A primeira plenária focará no combate à fome, pobreza e desigualdades. A segunda tratará de sustentabilidade, mudança do clima e transição justa. Já a terceira abordará a reforma da governança global.

O objetivo dessas sessões é trazer para o G20 a visão dos territórios, lideranças comunitárias, associações populares, movimentos de trabalhadores, juventudes e outros setores sociais. As plenárias também servirão para validar documentos que serão apresentados ao presidente Lula e outros líderes dos países-membros do G20 nos dias 18 e 19 de novembro, durante a Cúpula de Líderes.

As organizações que tiverem suas atividades aprovadas poderão submeter relatórios com sugestões e recomendações ao governo brasileiro. Esses relatórios serão consolidados e enviados aos sherpas e vice-ministros de Finanças do G20, contribuindo para as discussões e decisões do grupo durante a presidência brasileira.

A iniciativa de incluir atividades autogestionadas na programação da Cúpula Social do G20 demonstra o comprometimento da presidência brasileira em ampliar a participação da sociedade civil nas discussões do grupo. Esta abordagem inclusiva visa enriquecer o debate e trazer perspectivas diversas para os temas prioritários da agenda do G20 em 2024.

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